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João Azevedo falou sobre implantar piso salarial da enfermagem na Paraíba

Política

João Azevedo falou sobre implantar piso salarial da enfermagem na Paraíba

Governador

Em entrevista na Rádio Arapuan, o governador João Azevêdo (PSB), candidato à reeleição, disse que não se arrepende do rompimento político com o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB) e falou sobre suas propostas para a campanha de reeleição.

Respondendo sobre temas polêmicos, a exemplo do piso nacional da Enfermagem, o governador disse que o Estado brigará pelo aumento salarial da classe.

“O piso nacional é definido por uma Lei, e essa lei hoje está com os seus efeitos suspensos pelo Supremo Tribunal Federal. O que eu tenho dito claramente e já repetido várias vezes é que esse é um estado legalista e que cumpre a legislação. Estando aprovada a lei, nós estaremos logicamente implantando”, disse.

João disse que mesmo que não haja aprovação da Lei, o estado discutirá um aumento salarial, porém sem tomar como referência o piso, pois de fato ele não existirá.

Ainda sobre o assunto, o gestor disse que a gestão estadual continuará dialogando por aumentos salariais em demais cargos, sempre que os mesmos tenham implementação de um piso nacional.

Perguntado sobre a polêmica acerca de uma possível privatização da Companhia de Águas e Esgotos da Paraíba (Cagepa), João Azevêdo voltou a afirmar que se reeleito governador, não irá privatizar a companhia.

“Enquanto eu for governador do Estado, a Cagepa não será privatizada, por um motivo simples: é uma empresa que dá resultado, que faz muito investimento e que tem a obrigação de fazer com que pequenos municípios, cujos sistemas não são viáveis economicamente, continuem funcionando”, explicou.

Azevêdo também citou propostas de campanha, investimentos de infraestrutura que fez e continuará fazendo se eleito, políticas sociais como o programa ‘Tá na Mesa’, educação, arrecadação de impostos, entre outros.

Falando sobre política, Azevêdo disse não ter se arrependido de ter perdido o senador Veneziano Vital do Rêgo de sua base de apoio, saída essa que posteriormente resultaria na candidatura do senador contra o próprio Azevêdo.

“É claro que não me arrependo, até porque não é uma decisão minha, é uma decisão das pessoas. As pessoas têm o seu próprio caminho e escolhem o seu próprio caminho a seguir. Não é questão de perder ou não perder. Ninguém fica com alguém que não queira ficar com você”, comentou.

Informações com Assessoria

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