Vereadores Ary e Humberto (Os dois oposição) trocaram ataques pesados na sessão da Câmara Catoleense

OposiçãoO clima esquentou durante a volta dos trabalhos legislativos dos vereadores catoleenses, eles estavam em recesso de meio de ano há trinta dias. Os protagonistas do embate verbal foram os “colegas” de bancada de oposição Ary Nunes (PSDB) e Humberto Cavalcante (PR).

AryTudo começou quando Ary pediu a vez de falar e indagou Humberto sobre o mesmo recentemente ter assumido o cargo de coordenador regional da EMATER em Catolé, e citou o acúmulo de cargos.

VEJAM AS FALAS DE ARY

Fiquei pensativo no caso de Humberto, ele que pede que a gente siga o regimento da casa e que agrade a população, e o mesmo assumiu a EMATER já sendo vereador”; iniciou.

Ary disse mais, e citou uma retirada de eleitor

Voce só assumiu agora o cargo depois que Gervásio lhe escolheu, isso é estranho, Netinho que era o antigo diretor fazia um excelente trabalho, e ele foi um dos seus eleitores Humberto, e você fez isso com ele”; trouxe.

HumbertoHumberto em seguida respondeu a Ary, citou e fez outra grave denúncia, disse que o seu colega usa carro oficial para estar em bares na cidade.

Ary você deveria nos parabenizar, sou seu vizinho, e citar que vou prestar um bom serviço, você foi grosseiro. Mas eu respondo a você, sou funcionário estadual efetivo, como outros casos aqui na Câmara, ou do quadro da EMATER. O senhor que usa o carro da Câmara, e vive parado em bar, o presidente ficou aperreado aqui recentemente tentando consertar as coisas e não concordo com isso, eu sigo o caminho certo”; atacou.

Humberto disse mais, citou o seu eleitor Netinho Veras e ainda mirou em Ary, nesse mesmo caso citou o ex-prefeito Lauro Maia (PMDB); “Eu não devo tanta satisfação a vossa excelência, mas sobre Netinho ele é meu irmão maçom, eu expliquei a ele a situação que aconteceu, eu não tive culpa, já teve mudanças em Catolé e irão haver mais nos cargos do estado. Voce já ficou revoltado com essas mudanças, um eleitor seus saiu de um cargo no João Suassuna e que Lauro ocupou em seu lugar”; destacou.

Ary voltou a responder, e resumiu a oposição de Catolé (ele faz parte…); “A oposição em Catolé está trocando seis por meia dúzia, e isso não leva a nada. Eu não acredito em nada do que Humberto fala, o interesse é financeiro. Esse caso de utilizarmos o carro da Câmara não acrescenta nada em meu salário”; finalizou.

POPÓ MAIA

A vereadora Popó Maia (PTB) entrou na discussão, e alertou que o caso de Humberto pode ser passivo de perda de mandato de vereador; “Eu não vou opinar da questão política, mas ano passado o Tribunal de Contas pediu para que não se acumule cargos, ainda mais sendo comissionado que é de dedicação exclusiva, a Constituição Federal diz isso. Humberto, veja melhor essa acumulação, é uma função de confiança, isso inclusive é caso de cassação de mandato”; alertou.