Diretor do Hospital Regional de Catolé falou sobre a implantação da Classificação de risco

HCRCO diretor administrativo do Hospital Regional de Catolé do Rocha, Bruno Caetano falou em entrevista concedida ao radialista Paulo Mesquita da rádio Independência, a recente mudança na unidade de saúde, é o caso da “Classificação de risco”.

“Desde junho nosso hospital recebeu a visita da secretária estadual de saúde, Paula Sobreira e ela constatou uma realidade no hospital de Catolé, atendimentos ambulatórios em grande número, o que outras unidades estaduais não fazem mais, daí soube-se que teríamos de implantar a classificação de risco. Isso é uma triagem pra saber o que realmente é demanda do hospital e o que não é, esse trabalho não é feito de forma aleatória, mas sim utilizando protocolo que é utilizado em todo o Brasil. Nós temos agora uma área em que um enfermeiro e um técnico verificam como está o paciente, pra saber em que classificação ele está, vermelha, amarela, verde e a azul, esta última pode se esperar mais”; destacou.

Bruno também lembrou o caso do cantor Felipe Mayku, que ganhou imensa repercussão, quando o mesmo disse que foi mal atendido na unidade.

Houve um caso recente de um paciente que não estava grave e os médicos estavam realizando cirurgia, e ele estava classificado como azul, paciente que podem esperar até seis horas pra serem atendidos, mas houve desencontros de informações que não vai mais acontecer”; afirmou.

Bruno justificou em resumo o fato geral da mudança; “Isso é uma quebra de paradigma, mas tudo é feito para melhorar o atendimento ao paciente. Nosso hospital de janeiro pra cá, teve cerca de 86% de procura por pacientes que não eram pra serem atendidos por nossa unidade”; pontuou.

RAIO-X

Nós tivemos uma visita do engenheiro da empresa que verificou como instalar o novo raio-X no hospital isso vai aumentar o consumo de energia, e custa trinta e cinco mil reais. Mas mandamos documentação para o Governo do Estado, que deve solucionar isso em breve. Nosso hospital também ganhou uma usina de produção do oxigênio, que será um ganho incrível”; finalizou.