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Clinton Medeiros

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Negociações entre Daesa e Cagepa pela água de Sousa

Política

Negociações entre Daesa e Cagepa pela água de Sousa

Em entrevista recente o governador João Azevêdo (PSB) se pronunciou sobre o impasse envolvendo o DAESA, órgão de abastecimento de água e esgoto em Sousa, e a CAGEPA. A declaração foi dada durante solenidade da companhia estadual em João Pessoa. Indagado, o governador disse que o assunto está sendo discutido entre o prefeito Fábio Tyrone (PSB) e o presidente CAGEPA, Marcos Vinícius.

“Daqui pro final desse ano e no próximo ano, nós teremos uma solução definitiva para esse problema de Sousa”, sentenciou João Azevêdo.

Em entrevista também o presidente da Cagepa, Marcos Vinícius, garantiu que os metros cúbicos de água que estão sendo disponibilizados para o Departamento de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental de Sousa (Daesa) são suficientes para abastecer a população sem precisar de racionamento.

Desde 2006, o tratamento e a distribuição de água em Sousa são feitos pelo órgão municipal que recebe a água da Cagepa. Mas nos últimos anos o município tem tido dificuldade para abastecer a população e por isso recorre com frequência ao racionamento.

O presidente da Cagepa, Marcos Vinícius, diz que não comenta sobre o Daesa, mas garante que a água que a companhia entrega ao órgão municipal é suficiente.

“Eu dou por encerrado esse assunto em relação à Companhia de Água e Esgotos da Paraíba porque a gente não vai entrar numa discussão que não nos diz respeito. O que importa é dizer que essa situação está sendo entregue e que é ponto pacífico. Cabe ao Daesa responder às questões de distribuição as quais ele tem as atribuições, não vamos entrar nesse mérito” encerrou.

A ‘municipalização’ da água através do Daesa foi feita na gestão do ex-prefeito Salomão Gadelha. Por isso a Cagepa não realiza todo o processo (coleta, tratamento e distribuição) como nas outras cidades do estado da Paraíba.

“Como a gente só tem um pedaço do processo de Sousa, então não vamos entrar no mérito, até porque existe algumas ações administrativas que cabe ao Daesa. Eu digo que cada administrador sabe onde o sapato aperta e eu me limito a falar do nosso processo”, completou Marcos Vinícius.

Diário do Sertão

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